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Meninos precisam de exemplos

Uma carta ao meu pai Por Marcos André [huggosdealrua@gmail.com] O seu silêncio era estupefaciente! Meu pai tinha uma forma de calar estrondosa. Preenchia a sala com o seu silêncio – tinha uma forma de calar com dizeres de tudo dito – sem “nãos”, sem gritos. De frente ao televisor, inerte, nenhum movimento meu o despreocupava. Estava “tudo dito” e ele estava convicto de que eu não agiria de forma contrária. E assim era! Ele só era assim comigo! Era legal com todo o mundo. “Ti[1] Zawangoni!”, “Ti Mitxumu!” – assim o chamavam, com respeito e admiração. Meu pai nem era chefe de quarteirão, mas eu presenciava audiências lá em casa. Pessoas que o procuravam incansáveis para pedir conselhos e solução para os seus problemas. As vezes vinham pedir dinheiro, as vezes emprego, as vezes ajuda para conseguir um emprego. Em nenhuma das vezes vi alguém sair sem resposta. As respostas eram, muitas das vezes, contundentes mas nunca adiadas e, em nunhuma ocasião comentou conosco o que lhe era exposto. Foi sem…

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